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A febre do cigarro eletrônico

O cigarro eletrônico é um dispositivo que, funcionando com uma resistência e uma bateria, é capaz de esquentar e vaporizar uma solução líquida, imitando as características do cigarro comum. Pode-se colocar nicotina ou outros aromas para virar vapor e ser inalados como num cigarro. Não produz monóxido de carbono e tem resíduos menos agressivos e em menor quantidade que o cigarro habitual.

O "marketing" é a possibilidade de vários sabores (café, frutas, etc.), sempre acompanhados da nicotina. Não existem ainda pesquisas sobre o uso do cigarro eletrônico, mas a presença da nicotina traz efeitos psicoativos e a dependência, além dos efeitos cardiovasculares e pulmonares conhecidos.

Na Europa, 30 milhões de indivíduos já usaram o cigarro eletrônico, na maioria jovens. A propaganda também sugere que este cigarro pode ajudar a largar o cigarro comum e reduzir o risco. No Brasil está proibida a importação e venda do cigarro eletrônico. A OMS requer dos fabricantes dados sobre a segurança dos referidos equipamentos.