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Privação do sono e trabalho

Um estudo recente de uma universidade norteamericana mostrou que os trabalhadores das empresas naquela região não dormem o suficiente e o custo disso é de 60 bilhões de dólares em prejuízos pela produtividade perdida.

Outros trabalhos mostram que trabalhar 12 horas sem parar não é produtivo. As sonecas depois do almoço são saudáveis e aumentam a produtividade, além de baixar a pressão. Os trabalhos também sugerem que indivíduos com atividades sofisticadas e refinadas, como músicos, atores e atletas de alta performance, trabalham melhor em períodos de 90 minutos, não mais que três vezes por dia.

Não há mais dúvida que dormir bem evita a alimentação exagerada no dia seguinte, pressão mais alta e falta de criatividade. A sabedoria chinesa sugeria há 2.500 anos que aquele que se apega ao trabalho não cria nada que perdure. A orientação é realizar o seu trabalho para depois se afastar dele. Será que isso será possível, neste mundo da comunicação rápida e dos estímulos exagerados?