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Os riscos para a doença do coração continuam os mesmos

As doenças do coração continuam matando no mundo globalizado mais de 15 milhões de pessoas por ano. A doença das artérias coronárias, sem dúvida, é a mais agressiva, e vários fatores de risco já são conhecidos:

  • cigarro;
  • colesterol alto;
  • pressão alta;
  • obesidade;
  • diabetes;
  • vida sedentária;
  • e a genética desfavorável.

Porém 25% ou mais dos pacientes não possuem estes fatores de risco, por isso outras causas estão sendo procuradas nos meios científicos.

Os triglicérides, gorduras consideradas menos agressivas que o colesterol, embutida nos pães, massas etc., podem não ser tão suaves como se imagina, principalmente quando associados ao diabetes, obesidade e pressão alta. Também a chamada lipoproteína é uma forma modificada do LDL (colesterol ruim) e participa do processo de deposição de gordura nas artérias (ateroesclerose).

As lipoproteínas que carregam as gorduras são chamadas de apoproteínas e parecem também estar relacionadas com os processos de deposição de lípides. O fibrinogênio, que participa da nossa coagulação, é muito importante na viscosidade do sangue e pode facilitar a agregação dos glóbulos vermelhos e facilitar o processo de obstrução dos vasos. O cigarro interfere nos níveis sanguíneos do fibrinogênio. Mais raramente, a homocisteína aumentada no sangue deve ser investigada, pois colabora para a ateroesclerose  junto com uma série de outros fatores do organismo. Finalmente, o ácido úrico alto no sangue também pode aumentar o risco da aterosclerose, pois estimula o processo inflamatório das artérias.

O mundo científico vem contribuindo cada vez mais com a prevenção das doenças do coração, procure seu cardiologista para uma avaliação.