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Nem toda falta de memória é Alzheimer!

A queixa de falta de memória é muito comum em todos os momentos da vida, porém nos idosos a queixa é muito frequente (mais de 50%).

A memória tem uma seletividade, pois o cérebro não possui espaço para todas as informações geradas no dia a dia. Desta forma, pequenos lapsos não são entendidos como doença. A falta de memória torna-se preocupante quando atrapalha as atividades diárias do indivíduo, e as pessoas da família ou as muito próximas notam a dificuldade.

O ideal é procurar um especialista para uma avaliação ampla que afaste as causas que possam ser tratadas: depressão, distúrbios do sono, medicações, distúrbios da tireoide e exagero de álcool, por exemplo.

As situações mais graves, que incluem outras alterações da função cerebral além da memória, como perda do raciocínio lógico, da abstração, da percepção e da orientação espacial, são chamadas de demências.

Dentre as demências, a mais comum, com mais de 50% dos casos, é a Doença de Alzheimer que, por não ter tratamento definitivo, acarreta grande impacto social e mudanças de atitude extremas. Os check-ups anuais podem avaliar as dificuldades de memória, valorizando-as ou não.