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Quem diria, aperto de mão firme é saudável

Um estudo inglês utilizou a experiência de vários estudos sobre a atividade física e a mortalidade para avaliar o aperto de mão. Os pacientes tinham mais de 60 anos e, além da força do aperto de mão, foram avaliadas: velocidade para andar, equilíbrio e habilidade para levantar da cama ou cadeira.

Os pesquisadores observaram que pessoas com aperto de mão forte vivem mais do que as com aperto fraco ao cumprimentar. A análise dos pacientes mostrou índices de mortalidade maiores (mais de 50%) naqueles sem força para o aperto de mão, quando comparados aos que conseguiram um aperto de mão forte.

A avaliação da marcha também foi importante, pois quem tinha “o andar do velhinho”, arrastado, inseguro e lento, tiveram 3 vezes mais chances de óbito do que os idosos com marcha firme e rápida.

Estes achados reforçam a importância do exercício físico para a manutenção da saúde e da qualidade de vida. Não há dúvida de que as pessoas ativas, independentes e que conseguem oxigenar melhor o corpo e a mente vão viver mais.