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Sustentabilidade e a saúde do homem

Ao observar a nossa sociedade estimulada incessantemente pela comunicação e sendo estimulada para o consumo, compreendemos a cultura do exagero e dos prazeres imediatos.

Todos correndo contra o tempo na busca de colocar mais coisas no mesmo espaço de tempo disponível. Desta forma o custo para a saúde física e mental é muito caro, não temos tempo para prevenir as doenças, não temos tempo para cuidar das doenças crônicas e não conseguimos espaço para lidar com as situações emocionais.

O que fica bem claro é que o modelo de homem atual não está preparado para as demandas da sociedade enlouquecidas pelas informações e pressões ininterruptas. O novo homem deve desenvolver a resiliência, isto é, conseguir desenvolver e utilizar a energia que foi criada nas tensões recebidas, como se fosse uma resposta elástica às pressões e deformações sofridas.

A importância da mudança de comportamento é que só assim podemos evitar doenças que nos agridem quando não suportamos às agressões do viver e das emoções.

O indivíduo resiliente vai minimizar as somatizações, tão comuns no nosso dia a dia, geradas pelos fenômenos emocionais não elaborados. A sensação é que talvez esta propriedade seja uma das alternativas para a sustentabilidade da saúde do humor.