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Atenção com a vitamina D

A vitamina D promete ser o mais comentado suplemento da década. Embora os estudos continuem a refinar os níveis ótimos de vitamina D no sangue e a recomendar as quantias que devemos ingerir, o fato é que uma enorme parcela da população ainda tem deficiência desse nutriente essencial.

Seguindo as descobertas que vêm sendo feitas nas pesquisas clínicas, a se confirmarem nas pesquisas futuras, é provável que as potenciais consequências dessa deficiência vão muito além das quedas e fraturas em consequência de um desenvolvimento ósseo inadequado e perda óssea excessiva. Cada tecido do corpo, incluindo o cérebro, coração, músculos e sistema imunológico tem receptores para vitamina D, o que significa que são necessários níveis apropriados desse nutriente para que esses tecidos funcionem bem.

Estudos indicam que entre os efeitos de uma deficiência de vitamina D estão o risco elevado de desenvolvimento (e morte por) cânceres do cólon, mamas e próstata; pressão alta e doença cardiovascular; osteoartrite e alterações do sistema imunológico que podem resultar em infecções e distúrbios autoimunes. Embora hoje tenhamos à disposição mais alimentos com suplementação de vitamina D, especialistas dizem que raramente conseguimos consumir as quantidades adequadas através dos alimentos.

As principais fontes dessa vitamina na alimentação são o óleo de peixe pescado in natura (salmão, enchovas e atum), leite enriquecido e preparados infantis, cereais e suco de laranja. Pessoas que vivem em regiões mais frias formam durante o verão seu suprimento anual de vitamina D natural. Porém, quanto menor a exposição ao sol, quanto mais escuro o tom da pele e quanto maior a quantia de filtro solar usado, menos pré-vitamina D será formada e menores serão os níveis da vitamina no sangue.