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A longevidade começa pela descontração

Um pesquisador da Universidade de Boston (EUA) vem estudando o segmento da população que mais cresce no mundo – os indivíduos com mais de 100 anos. Ele analisou filhos de indivíduos centenários, principalmente de países mais desenvolvidos e observou que algumas características são muito comuns nestas pessoas: eles são mais extrovertidos e menos neuróticos que a população em geral. Eles também apresentam menos depressão, não são solitários e conseguem gerenciar muito bem as situações estressantes.

O pesquisador estudou 250 filhos de indivíduos com mais de 100 anos, com idades entre 70 e 80 anos, com saúde física e mental preservadas. 

O que mais chamou a atenção dos avaliadores é que os filhos apresentam muita facilidade em se relacionar firme e saudavelmente com outras pessoas. Essas relações consistentes mantinha-os pouco sozinhos e sem depressão.

A forma de viver mais relaxada e descontraída evitou comportamentos neuróticos exagerados e facilitou o enfrentamento das situações de estresse, evitando assim as doenças psicossomáticas. Desta forma podemos entender quais os efeitos da nossa personalidade sobre o tempo de vida que podemos ou não ganhar.

Estes conhecimentos podem trazer uma melhor qualidade de vida e durante um maior tempo da nossa existência.