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Sono, que falta ele faz

O número de indivíduos com dificuldades para dormir vem aumentando significativamente e já atinge 30% da nossa população.

A insônia e a apneia do sono são as queixas mais comuns e, infelizmente, estas pessoas não ficam só cansadas, por não dormir as horas necessárias: a falta de sono acarreta uma série de outras doenças como depressão, diabetes, falta de memória, obesidade e doenças cardiovasculares.

Cada vez mais observamos que o sono está relacionado com o coração: quem dorme bem vive mais, envelhece mais devagar e engorda menos. A ciência vem demonstrando a importância da manutenção das horas de sono e as consequências de se dormir mal e pouco tempo.

Além da insônia, a chamada apneia do sono aflige outro grupo de indivíduos, em geral obesos, roncadores, com o sono fragmentado por microdespertares, isto é, o paciente acorda e dorme várias vezes durante a noite. As soluções para estes males não são tão fáceis, pois necessitam de mudanças de hábitos (diminuir cigarro, bebida e comida), perda de peso, exercícios em horários adequados e até um aparelho para dormir.

A avaliação do sono é feita por um exame chamado polissonografia e deve ser ter orientação médica especializada.