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Comer bem estimula a atividade cerebral

As discussões são acaloradas a respeito de se existe uma alimentação para melhorar a atividade cerebral e evitar doenças graves; porém não há dúvida de que uma alimentação adequada favorece todo o organismo, inclusive o cérebro.

Alguns autores sugerem que o “stress” biológico é seguido do “stress” oxidativo, isto é, após a liberação dos hormônios do “stress” inicial (cortisol, adrenalina e noradrenalina) acontece uma produção exagerada de radicais livres (“stress” oxidativo) que favorecem as doenças cerebrais e do resto do organismo. Desta forma haveria uma relação importante entre a deficiência de nutrientes e alguns sintomas de doenças cerebrais.

 Os especialistas acreditam que podemos conseguir na alimentação todos os nutrientes capazes de nos proteger das doenças, como por exemplo: a Tiamina (vitamina B1) cuja deficiência diminui a memória, a concentração e a irritabilidade. Ela está presente nos legumes, nos cereais integrais, na laranja e na semente de girassol. O ácido fólico é uma das vitaminas do complexo B e previne as doenças cardiovasculares e neurodegenerativas. Podemos encontrá-lo nas folhas verdes, nos legumes, castanhas, amêndoas e abacate. Outra vitamina importante é a colina, essencial para fabricar a acetilcolina, fundamental para a preservação das funções cerebrais da memória e percepção. É encontrada nos ovos e leguminosas, podendo ser utilizada na prevenção da doença de Alzheimer. Outros nutrientes já bem conhecidos são: cálcio, gorduras tipo ômega 3, magnésio, manganês, etc.

 A possibilidade da alimentação nos proteger das doenças de um modo geral já é bastante estudada, e não há dúvida que este benefício vai ajudar na prevenção das doenças cerebrais, como por exemplo a depressão, futura segunda maior doença deste milênio.