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A saúde cerebral em risco

O número de indivíduos com quadros de demência (inclusive mal de Alzheimer) vem aumentando dia a dia. Acredita-se que até 2050 quase 15 milhões de americanos sofrerão da doença de Alzheimer. Desta forma as pessoas, ao atingirem os 50 anos, já começam a se preocupar com a perda de memória.

Graças à plasticidade do cérebro, que se adapta às modificações solicitadas e se transforma, criando novas associações de áreas cerebrais, o mercado pode estimular-se a criar novidades nesse campo.

As empresas estão oferecendo avaliações genéticas para sabermos se o nosso risco de desenvolver a doença de Alzheimer é grande ou pequeno. Os produtos para a saúde cerebral estão na moda, como os alimentos, as vitaminas e os “softwares” para estimular a memória.

Não há dúvida que a preocupação com o cérebro já vem competindo com a preocupação com as doenças cardiovasculares, principais responsáveis pelas doenças que podem atingir o cérebro. Os cuidados preventivos, preservando as nossas artérias, que vão manter o sangue oxigenado e nutritivo para as funções do cérebro, são os cuidados mais importantes.

Não exagerar na bebida alcoólica, não fumar, manter a alimentação saudável continuam sendo cuidados muito efetivos na manutenção da saúde cerebral.