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Calor durante o dia e frio à noite facilitando as doenças respiratórias

As diferenças de temperatura muito intensas são desencadeantes das crises de rinite e asma, presentes em mais de 30% da população e responsáveis pela maior parte das alergias respiratórias.

As reações alérgicas são consideradas respostas exageradas do sistema imunológico às substâncias consideradas estranhas ao organismo. Os jovens são os mais sensíveis às mudanças climáticas, poeiras domésticas, pelos de animais, cigarros, pequenos ácaros e a poluição, hoje considerada um grande fator de risco ambiental.

A asma pode acometer pessoas dentro de uma mesma família e outras que nunca sentiram nenhuma crise prévia. A reação inflamatória dos brônquios faz com que eles tornem-se inchados, dificultando a passagem do ar. Desta forma surgem o chiado no peito, a tosse seca e a falta de ar, que podem surgir durante atividades físicas, na presença das substâncias precipitantes e com os resfriados e gripes. O chamado broncoespasmo, estreitamento agudo dos brônquios, deve ser cuidado rapidamente, pois pode evoluir para uma insuficiência respiratória.

A rinite traz sintomas conhecidos como coriza, espirros, nariz entupido, sendo acompanhada de complicações como a sinusite e a otite.

Assim, no período de baixas temperaturas a incidência das alergias aumenta e a presença da tosse também: 40% pelos resfriados, rinites e sinusites e 25% por causa da asma.

Procure o seu alergista para uma orientação especializada.