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Risco de doenças cardiovasculares em mulheres executivas é maior

Nos último 25 anos, o perfil da mulher mudou muito com relação ao trabalho que foi acrescentado à rotina de cuidados com a casa e com os filhos, aumentando a carga diária trabalhada. Diante do cenário já usual do mercado de trabalho, a competição é fator predominante. A competição gera ansiedade. E a maioria das pessoas busca em outras atitudes a amenização dessa sensação que incomoda, como comendo mais, bebendo, fumando ou trabalhando durante longos períodos sem descanso.

Desde o momento em que as mulheres deixaram de levar uma vida isenta de preocupações, tensões e responsabilidades compatíveis com as dos homens, os especialistas têm dado mais atenção à análise de fatores de risco. Nós devemos separar sua saúde em duas fases para melhor avaliá-las:a pré e a pós-menopausa.

  • Antes da menopausa, as mulheres estão menos suscetíveis às doenças cardiovasculares por ainda contarem com a proteção dos hormônios, os estrógenos. Mas embora estejam naturalmente protegidas, caso se descuidem de fatores de risco, como obesidade, hipertensão e tabagismo, a incidência de doenças cardiovasculares pode aumentar significativamente.

  • O período pós-menopausa apresenta um aumento enorme de risco em relação às doenças, uma vez que, além dos fatores naturais oriundos do envelhecimento, a mulher não conta mais com a proteção natural dos seus hormônios e fica consideravelmente mais sensível e desprotegida, vulnerável às doenças cardiovasculares e outras, como diabetes e depressão.