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Gerenciamento das emoções

O cérebro é dividido funcionalmente numa parte mais externa, chamada córtex (casca), onde é processado o nosso pensar, e na sua porção mais interna, e antiga, está o chamado cérebro emocional ou sistema límbico. Ele funciona, por vezes, mais voltado para o mundo interno, e quando estimulado pelo mundo externo, o cérebro emocional capta os sinais do meio ambiente, que podem interagir com as emoções, sejam positivas ou negativas.

O estímulo das emoções atinge todos os nossos órgãos, contagiando de emoção o coração, os pulmões, o aparelho digestivo e etc. Os fisiologistas já mostraram que cada emoção está associada com um tipo de hormônio, como por exemplo, a felicidade, com a conhecida dopamina, a afeição, com a ocitocina, a hostilidade com o cortisol.

O estímulo inadequado de uma região chamada “amígdala cerebral” pode desencadear o pânico. A secreção dos hormônios do “stress” (cortisol e adrenalina) em excesso, como acontece na raiva, pode piorar as doenças do coração, o câncer, a diabetes, a depressão e até o Alzheimer. 

Desta forma, podemos compreender que, com momentos de relaxamento, até de meditação, podemos equilibrar o nosso cérebro emocional e liberar os hormônios menos agressivos, melhorando a nossa qualidade de vida.