Voltar

Quanta tecnologia, a ressonância magnética confirmando as doenças psicossomáticas

Várias são as doenças que pioram com o “stress emocional”, mas a asma pode ser um exemplo bem interessante. Os asmáticos já conhecem os gatilhos para a crise de asma (pó, temperatura, etc.), mas situações estressantes são muito comuns para a angústia respiratória.

Cientistas americanos resolveram buscar a resposta para as modificações nos circuitos cerebrais que desencadeiam os processos pulmonares. Os indivíduos asmáticos, durante a crise, foram submetidos a ressonância magnética do cérebro e tiveram observadas as regiões do sistema límbico (insula e giro do cíngulo), sendo estimuladas. Estas áreas são responsáveis pelas emoções e, acreditem, podem piorar o processo inflamatório e a obstrução das vias aéreas: estas mudanças na atividade cerebrais podem fazer um circuito que piora os sintomas da asma.

A relação mente-corpo é conhecida desde as centenárias teorias de Sigmund Freud, mas estes estudos reforçam a contribuição dos processos mentais no desencadear das doenças.

  • A neurociência vem estimulando os trabalhos com a ressonância magnética para observarmos ao vivo as transformações cerebrais durante os processos de adoecer.

  • A depressão já está sendo estudada e está mostrando que interfere na atividade do sistema nervoso, modificando a pressão arterial e a frequência cardíaca.

  • As relações do “stress emocional” com o estímulo dos processos inflamatórios que atacam nossos vasos também é uma área que está sendo estudada.

Desta forma, caros leitores, cada vez mais devemos valorizar os sentimentos e as emoções, pois são deles que vêm os estímulos para uma vida melhor ou pior.