Voltar

Atenção para o índice glicêmico

Já conhecemos um número absurdo de dietas, cada uma tentando ser mais original, mais eficiente e prometendo conquistas impossíveis. Algumas estão ligadas a modificações bruscas da dieta, exagerando nas gorduras e evitando quase que totalmente os carboidratos (glicose, açúcar), não sendo recomendadas a longo prazo e indiscriminadamente.

  •  A sugestão atual é o cuidado com o IG, índice glicêmico, considerado o valor de açúcar do alimento, e não o valor calórico. A dieta sugere que o grande vilão é o nível de açúcar muito alto no sangue e que evitando os alimentos com altos índices glicêmicos você vai perder peso e vai proteger seu coração. A afirmação é que os açúcares rápidos (bolachas, biscoitos, doces) aumentam muito o nível da glicemia (açúcar no sangue) e os bons carboidratos são os que são digeridos lentamente, fornecendo energia a longo prazo e evitando a elevação rápida do açúcar no sangue. Esta situação estimula a insulina, hormônio responsável pela passagem do açúcar para as células. Esta substância arrasta a glicose para dentro dos depósitos de gordura do corpo. Isto promove mais necessidade de açúcar no curto prazo, além do aumento de peso corporal, diabetes e problemas cardíacos a longo prazo.

A dieta sugere que os alimentos têm um IG, índice glicêmico, que vai de 0 a 100, e que quanto menos nós ingerirmos pontos melhor para perder peso. Os alimentos ruins como pão branco, arroz branco, têm IG de 70 e não devem ser ingeridos em grandes quantidades. Os alimentos integrais são considerados bons pois têm IG baixos. Desta forma, cada vez mais notamos que a dieta adequada é a do bom senso, comendo equilibradamente gorduras, proteínas e açúcares, respeitando quantidades e horários, e observando a qualidade.